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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

E-BOOK X LIVRO IMPRESSO: QUAL O PREFERIDO?

A tecnologia está avançando cada vez mais rápido. Novidades surgem no mercado com frequência. As pessoas se acostumaram a passar mais tempo no computador, na internet, com o celular na mão ou jogando, do que fazendo qualquer outra atividade, como por exemplo, ler. Num mundo onde textos são resumidos a 140 caracteres, grande parte das pessoas deixam os livros de lado, esquecendo-se do bem que nos fazem.
Mesmo que muitos não peguem num livro há muito tempo, felizmente existem aqueles que não abrem mão do cheiro de livro novo, de virar as páginas com cuidado para não amassar, e de se colocar no lugar de cada personagem. É inegável como um livro pode abrir a mente e levar o leitor para lugares que definitivamente são mágicos.
De acordo com a colunista Marina Carvalho do site da editora Novo conceito, “nos Estados Unidos, 50% dos livros de ficção vendidos em 2012 eram e-books e na área de não-ficção esse número chegava a 25%. No Brasil, a DLD, maior distribuidora de livros digitais do País (que distribui de forma exclusiva os e-books das editoras Novo Conceito, Objetiva, Record, Planeta, Rocco, L&PM e Sextante), vendeu 50 mil exemplares digitais em dezembro de 2012, com um crescimento de 900% com relação a dezembro do ano anterior(...).Os e-books representariam apenas 2,63% do mercado editorial brasileiro”.
Todas as tecnologias são válidas e com certeza ajudam bastante no dia-a-dia. Aline Bispo, universitária de Letras Português, opta por livros convencionais, “prefiro livros concretos, com capa e tudo. Até porque tenho problema de vista e não posso usar computador por muito tempo. Outra coisa legal dos livros impressos é que você pode dar de presente e fazer dedicatórias. Adoro o cheiro de livros, novos ou velhos, e a ideia de ter uma coleção deles na prateleira é muito bacana”.
Para outras pessoas a proposta é muito boa, “vários materiais diferente no alcance de um toque, um clique. É muito mais prático, e eu que não faço questão de colecionar, leio e apago. Nada de ocupar espaço nem em prateleira, nem na memória do pc” respondeu Lucas, de 17 anos, estudante do ensino médio ao receber a mesma pergunta.
           São opiniões diferentes, mas para as autoras que vos escreve, entrar numa biblioteca ou livraria e passar as mãos nos livros, escolher o que mais agrada e se dedicar a ele por algum tempo, nunca vai ser igual a passar o dedo em telas deslizáveis e tocar em um título.